03 julho 2012

ALERTA! Emoções negativas podem transformar-se em doenças mais graves e causam a morte

Relação com câncer


Diante da incapacidade de comunicar com palavras o que sente, o corpo adoece como forma inconsciente de manifestar seu sofrimento. A repressão de qualquer sentimento é maléfica para a mente e o organismo, devendo ser evitada.



 
"Cada um tem sua própria participação na saúde ou na doença, a todo o momento. Os doentes participam de sua própria recuperação." Essa forma de pensar não pretende desfazer, de forma alguma, dos médicos; ela apenas ensina o que pode ser feito em conjunto, entre médico e paciente para a recuperação da saúde.

Os Simonton, dirigem o Cancer Counseling and Research Center de Dallas, Texas. Carl é um médico radioterapeuta, especializado no tratamento do Câncer. Stephanie é formada em Psicologia. Eles defendem a idéia de que as doenças somático-viscerais sofrem grande influência psicológica.

O lendário ator-dançarino, Patrick Swayze estrela dos sucessos Dirty Dancing (1987), Ghost (1990) e Caçadores de Emoção (1991), morreu em 14 de setembro de 2009, aos 57 anos, após tratamento contra um câncer no pâncreas.

Ao tratarem de vários casos de doentes com Câncer, eles puderam observar que a vontade de viver influencia na espectativa de vida de seus pacientes. Pacientes que, por algum motivo particular, achavam que teriam que viver mais tempo do que o previsto pelos médicos, realmente o viviam, provando que tinham certa influência sobre o curso de sua própria doença.

O casal Simonton parte da premissa de que uma doença não é só um fato físico, e sim, um problema que diz respeito à pessoa como um todo; corpo, emoções e mente. As emoções e a mente tem uma certa função na suscetibilidade ao Câncer e na sua recuperação.

O Câncer, por exemplo, surge como uma indicação de problemas em outras áreas da vida da pessoa, agravados ou compostos de uma série de estresses que surgem de 6 a 18 meses antes de aparecer o Câncer. Foi observado que as pessoas reagiram a esses estresses com um sentimento de falta de esperança, desespero, desistindo de lutar por uma vida melhor. Acredita-se que essa reação emocional dispara um conjunto de reações fisiológicas que suprimem as defesas naturais do corpo, tornando-o suscetível à produção de células anormais, devido a um desequilíbrio profundo mental, hormonal, orgânico e psicológico.

Existe, ainda hoje, uma confusão entre "Efeito placebo" e "Doenças psicossomáticas". O "efeito placebo" ocorre quando um paciente recebe uma prescrição que produzirá um efeito colateral benéfico, o que acontece na realidade, mesmo que não haja nenhum medicamento no comprimido que pudesse produzi-lo. As doenças psicossomáticas, no entanto, são doenças originadas como resultado de, ou agravadas por processos múltiplos.

As distorções que ocorrem neste sentido, fazem com que as doenças psicossomáticas pareçam menos reais, o que é puro engano. Costuma-se aceitar a conexão psicossomática em casos de pressão alta, ataques cardíacos, dor de cabeça, doenças da pele etc., mas, com o Câncer, em geral não. No entanto, hoje, já foi comprovada uma ligação evidente entre estresse e Câncer, ligação tão forte que é possível predizer a doença baseando-se na quantidade de estresse sofrida pelas pessoas, na vida cotidiana.


Atitudes mentais nos pacientes com câncer:

Num estudo científico envolvendo 152 pessoas, chegou-se a algumas conclusões interessantes sobre a postura emocional ou mental encontrada nas pessoas que desenvolveram algum tipo de câncer. Veja:
1) Perda da razão para viver e incapacidade de estabelecer novos relacionamentos. Pode ter havido tentativas de encontrar relacionamentos substitutos, mas falhou, e a pessoa permaneceu  isolada, mesmo cercada pela família, amigos. –  109 pessoas = 72%  2) Incapacidade de demonstrar hostilidade em sua autodefesa. Sensação de que seus desejos não mereciam ser defendidos. – 71 pessoas = 47%  3) Tensão pela morte de um dos pais. – 58 pessoas = 38% 4) Presença de auto-desprezo, falta de auto-confiança, não respeito por suas próprias realizações. 5) Sensação de desespero com a qual conviveram a vida toda. 6) Ter mais emoções do que energia para expressá-las. Ter pouquíssimas ou nenhum canal de expressão emocional. Dr.Samuel Silverman, Harvard Medical School = “Se houver uma tendência latente para desenvolver um câncer, a incapacidade para expressar seus sentimentos irá atingir o corpo em algum ponto vulnerável.” “Brigando pela Vida – Aspectos Emocionais do Câncer”, Lawrence LeShan,  Summus Editorial, 1994, p.74

Descobertas recentes foram primordiais para paciente canceroso, porque sugerem que efeitos do estresse emocional podem deprimir o sistema imunológico, abalando as defesas naturais contra o Câncer e outras enfermidades. Há maiores possibilidades de que ocorram doenças após acontecimentos altamente estressantes na vida da pessoa. Quando uma pessoa sofre dissabores emocionais, há um aumento não só das doenças reconhecidamente suscetíveis à influência emocional: úlceras, aumento da pressão sanguínea, doenças cardíacas, dores de cabeça, mas também de doenças infecciosas, dores lombares e até acidentes.

Foi desenvolvida uma lista com valores numéricos de todos os acontecimentos estressantes da vida de uma pessoa, chegando-se assim, à quantidade de estresse que a pessoa estaria sofrendo. Ao observarmos esta lista, notaremos coisas que nós mesmos achamos estressantes, mas perceberemos também, curiosamente, sucessos pessoais excepcionais, normalmente considerados como sendo experiências agradáveis.

Foi observado que essas experiências aparentemente agradáveis para nós, são experiências que implicam em mudanças de hábitos, na maneira de nos relacionarmos com as pessoas e em nossas auto-imagens. Mesmo sendo experiências positivas, podem exigir um grau profundo de introspecção, podendo chegar a causar o aparecimento de conflitos emocionais não solucionados. O ponto principal é, portanto, a necessidade de adaptação à mudança, quer ela seja positiva, quer negativa.

Estresse também varia de pessoa para pessoa. Cada um vai agir de uma forma diferente diante das situações. Assim, fica claro que fatores de natureza psicossocial podem modificar a resistência a um número de doenças infecciosas e cancerosas.Muitas pessoas não ficam doentes mesmo quando recebem grandes cargas de estresse. É necessário examinar a reação específica de cada pessoa ao fator estressante.

Agora, tornou-se claro, que níveis elevados de estresse emocional aumentam a suscetibilidade à doenças. O estresse crônico resulta na supressão do sistema imunológico, o que por sua vez cria uma maior suscetibilidade à doença, especialmente o câncer. O estresse emocional, realimenta o desequilíbrio emocional. Esse desequilíbrio pode vir a aumentar a produção de células anormais no momento em que o corpo encontra-se menos capacitado a destruí-las.

A personalidade individual é também um forte diferenciador entre as pessoas que tem maior ou menor suscetibilidade à doenças. A maneira como reagimos às tensões diárias origina-se de hábitos e é ditada pelas nossas convicções íntimas sobre quem somos, quem deveríamos ser e a maneira como o mundo e as outras pessoas deveriam ser. Existem indícios de que diferentes tomadas de posição em relação à vida, em geral, podem estar associadas com certas doenças.

Veja aqui outras estrelas internacionais que tiveram de lutar contra o câncer



Em 2010, Michael Douglas, o ícone do cinema americano enfrentou a luta contra um câncer na garganta. Relembro aqui histórias de lutas de outros atores famosos contra essa enfermidade, que recentemente levou a morte o ex-vice-presidente da república, José Alencar



Em 2008, a atriz Christina Applegate declarou que tinha um câncer de mama em estagio inicial. Os tratamentos duraram até 2008 e foram bem sucedidos.



Farrah Fawcett Faleceu em junho de 2009, aos 62 anos, após uma longa luta contra um câncer no reto.




Maura Tierney  atriz do seriado E.R. em 2009 iniciou um tratamento contra um câncer de mama.


Elizabeth Taylor em 2002, foi diagnosticada com câncer de pele e logo iniciou tratamento. A atriz veio a falecer no dia 23 de março de 2011 aos 79 anos de falência cardíaca.


Shirley Temple nos anos 70, a atriz que ganhou fama enquanto criança, foi a primeira estrela de Hollywood a revelar publicamente que tinha câncer de mama. 



Olivia Newton-John nos anos 90, enquanto tratava de um câncer de mama, chegou a escrever um livro, narrando o delicado processo de recuperação.



Em 1995, Lawrence Tureaud – Mr. Tfoi diagnosticado com câncer. O tratamento contra a doença foi bem sucedido.



Fonte: http://www.icb.ufmg.br/lpf/revista/revista1/volume1_estresse/cap2_cancer.htm e http://umamorumveraoeomilagredavida.blogspot.com.br/2011/03/estrelas-internacionais-que-tiveram-de.html

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